segunda-feira, 17 de setembro de 2012

“(…) Vazias

igual a sua liberdade idiota que nunca te serviu pra porra nenhuma. Talvez esse seja o nosso problema, eu sou completo demais pra sua vidinha mais ou menos. Eu sinto, eu penso, eu falo, eu te conheço… Isso te assusta, né? “Tô invadindo seu espaço? Desculpa.” Esse fui eu, durante todo esse tempo, me desculpando por que mesmo? Me diminui pra você ficar maior, pra você não me perceber entrando na sua vida. Se você pudesse sentir o quanto isso dói, você quem iria se desculpar. Eu queria ligar pra você, e te falar sem pausas tudo que eu ensaio toda vez que você me magoa, mas nunca digo pra não te magoar, afinal, você não me faz mal por mal, e talvez esse seja o pior mal que se possa fazer a alguém, tão natural. Bobagem, como se algum ensaio no mundo fosse me deixar firme depois do seu ‘alô’.”



















 Tati B.



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